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Garota flagrada com mãe e rapazes alega estupro

No último domingo (19), uma garota de 15 anos, a mãe dela e dois rapazes foram flagrados por policiais militares em um motel na rodovia Miguel Jubran, zona rural de Assis. A mulher e os homens foram presos em flagrante pelo crime de "favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual de vulnerável".

Só nesta terça-feira (21) a reportagem do Voz da Terra conseguiu falar com a conselheira tutelar Luciana Rosa dos Santos, que foi quem atendeu a ocorrência, pois estava de plantão. Ela relata que a menina está confusa, chora, e diverge em algumas informações, mas insiste que foi estuprada. Segundo apurado pela polícia, os quatro permaneceram no motel do período da manhã ao início da noite.

O gerente do estabelecimento disse que ninguém escutou gritos, ou qualquer situação que demonstrasse que ocorria algum problema de violência no quarto. "O único problema que ocorreu foi na saída, no momento de acertar a conta. O cartão de crédito não foi autorizado porque estava sem saldo e a polícia foi chamada", relata.

Para a conselheira a menina insiste que foi forçada a manter relação sexual com P.P.J., de 27 anos, no banheiro, de porta aberta, enquanto sua mãe, A.C.T.P., de 37, ficou no quarto com o outro homem, L.A.L., de 19.

Na versão da menor, a mãe e ela foram obrigadas a entrar no carro dos rapazes, que teriam travado as portas e as levado ao motel, forçadamente. Diz ainda que não houve pagamento algum.

Nos boletins de ocorrência lavrados pelas polícias Civil e Militar, no dia dos fatos, não há qualquer referência a estupro, mas sim prostituição. Tanto assim que os homens e a mulher foram indiciados por esse crime: Dignidade Sexual, natureza: Favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual de vulnerável.

Segundo a conselheira tutelar a adolescente passou por exame de corpo de delito, para avaliar se houve estupro, mas o resultado era desconhecido.

A menor foi encaminhada ao "Projeto Pétalas’, que funciona no Hospital Regional de Assis e oferece suporte às mulheres e crianças vítimas de violência e abuso sexual. A guarda provisória da garota está sob a responsabilidade da avó materna dela.

Jornal Voz da Terra
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