03 de Agosto de 2020
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COLUNISTA - Geraldo do Carmo

Os tambores rufam ao amanhecer. Acorda ASSIS – levanta-te, sê radiante; é teu aniversário. O próprio Sol já antecipou a primeira luz para
iluminar teus adornos. Os ponteiros apontam par ao infinito. Na juventude de teus 115 anos, problemas à parte, vale a pena ver de novo tuas vitórias e conquistas do passado, valorizando o presente para que melhor possamos edificar construindo teu futuro em ritmo de cidade fraternal. Tua expansão horizontal/vertical agrada a todos os olhos: palmas aos empreendedores.

Em quarentena sem bandas e fanfarras façamos uma pausa para meditação nesta data querida; ASSIS tu és CIDADE/ MUNICÍPIO/ COMARCA/ REGIONAL/ SECCIONAL/ SUB-REGIONAL/ DIOCESE e referencial nas paragens deste quadrante eco geográfico à beira do Paranapanema plantado. Aqui do alto, janelas abertas, descortina-se um amplo, belo e animador panorama urbano pincelado de ruas, praças, avenidas, rotatórias, prédios, edifícios, vilas e bairros onde vivemos, nos movemos e somos; nas tuas artérias o agito/ circulação de teu povo e de tua gente bastante motorizada. Na tua periferia, perimetrais aproximando bairros e aglutinando vilas.

Empresas, órgãos e instituições de caráter Municipal/ Estadual/ Federal dão vida, vigor e fôlego ao teu organismo de Comunidade centralizadora na liderança da microrregião buscando hegemonia na próxima – próspera – promissora macro regional voltada para o Mercosul. É preciso pensar grande.

É preciso buscar mais. No mosaico de tua paisagem urbana destaque para a Catedral e a radial Leste – Oeste da Rui Barbosa verdadeira plataforma de encontro de todas as gentes no canteiro central da cidade; na Vila Xavier a Basílica e Concha Acústica; Vila Ribeiro Escola Industrial e Tiro de Guerra; Vila Operária – Bombeiros, SAMU, Saúde, Vocem, ACIA, na Cambuí Escola SESI e Tonicão; Vila Boa Vista – Mercadão Especialidade, CATI e Sabesp; Terminal Coletivo; Vila Glória – Comunidade Sanfranciscana; Vila Fiúza – Batalhão 32º e Escola; Vila Adileta – Santuário e Feira Livre; Jardim Paulista – APAE e Hospital Maternidade; no umbigo de Assis o Jairão, Museu, Câmara, INSS; Vila Palhares – o binômio escolar Carolina Burali – Henrique Zolnner; na Santa Cecília – Paróquia, Diretoria de Ensino e o Instituto glorioso; Vila Cláudia/ Morumbi – um pipocar de modernismo e modernidade; na área protocolar – o agito burocrático do Fórum, Correios, OAB, Ministério Público, Justiça Federal, Judiciário, Tribunal Eleitoral, IBGE, Autarquia, Gema, Sindicato e uma gama de liberais togados voltados na defesa dos direitos e deveres do cidadão diante da Constituição; nos extremos da Floriano – o Cinema e o Teatro agasalhando ainda a Seccional e a Primeira Companhia; na Smith de Vasconcelos – o MMDC centenário recreativo, o vetusto Episcopal alcançando o complexo
hospitalar com a centenária Santa Casa -Maternidade, Hospital Regional e correlatos; no altar da Pátria ou Praça da Bandeira lá está, no primeiro ângulo, o pavilhão Nacional (Executivo?) mas falta no outro ângulo a Bandeira do Estado (Judiciário?) e no outro ângulo a bandeira do Município (Legislativo?) – Rico civismo e bônus turístico. É preciso pensar grande. Nos confins da Dom Antônio - a UNESP; nos confins da JV - o Poupatempo ; nos confins da Marmontel – o Cemitério; na Getúlio Vargas – Escola, Educação, Asilo, Rodoviária, Terceira Idade, Fema/ Medicina, Casa da Criança, Raposo Tavares, Centro Social; na Ouro Verde – as cinzas do Colégio Diocesano (uma lástima); ainda no centrão - os restos mortais da ferrovia que te deu vida e vigor; na Prudenciana – marcha para oeste em busca do Paraná, Cone sul; além fronteiras (rodovias), bairros subúrbios Esmeralda, Rezende, Flamboyant, rascunhando tua Metrópole que alcança todos os quadrantes no centro do eixo Marília – Londrina – Ourinhos – Prudente. É preciso pensar grande.

Horizontes abertos pela estrada a fora; via Cervinho, represa Sabesp; Via Chico Mendes – polícia Ambiental, Cetesb Via Tabajara Lutécia – Ecolago Via Echaporã Marília – Horto Florestal Via Pavão Platina – Penitenciária Via Palmital – Comunidade Restauração Via Capitão Assis com este nome até os confins do Município Asilo e Tiro de Guerra na estrada do Matão que deve ter estrutura de Avenida 1º de Julho como chegada dos pioneiros na fundação do Patrimônio de Assis.

Via JV - Benedito Pires que também merece estrutura de AVENIDA na urgente aproximação das cidades irmãs em ritmo de progresso.
Na vitrine da via Raposo Tavares tranquilometragem de vários pontos já antropolizados incluindo o aeroporto à espera de regular navegação aérea.

Sedenta de ordem, paz, progresso e desenvolvimento, Assis espera que cada um cumpra seu dever em busca da civilização a que tanto almejamos em ritmo de paz e amor para o bem de todos e felicidade geral da municipalidade aqui onde o sol nasce para todos. A Deus e à mãe Pátria. Parabéns pela sementeira de evangelização em teus telhados.

Divulgação
Geraldo do Carmo
Geraldo do Carmo, o Gê, é professor, diretor, marido, pai e avô
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