25 de Setembro de 2022
20º/30º
Notícias - Local

Após casos na região, saúde de Assis se mobiliza para enfrentar varíola dos macacos

O plano de enfrentamento está sendo finalizado, para assim, preparar toda a rede básica com capacitação e manejo clínico

Nos últimos meses os noticiários tomaram conta dividindo assuntos entre COVID-19, e agora, a varíola dos macacos. Essa doença não era uma desconhecida no mundo da medicina, mas se concentrava em raras exceções na África. Com uma pandemia que acabou deixando todo o mundo em alerta, esse novo foco coloca nosso país em estado de alerta, e a Secretaria da Saúde de Assis já está se preparando para diagnosticar essa doença.

O plano de enfrentamento está sendo finalizado, para assim, preparar toda a rede básica com capacitação e manejo clínico.

O estado de São Paulo é onde concentra o maior número de casos, a maioria concentrada da região metropolitana. Até a última segunda-feira, 22, o Ministério da Saúde confirmou 2.528 casos. A cidade mais próxima a Assis com caso registrado é Tupã.

Embora tenha baixa letalidade é preciso ficar atento aos sintomas:

Erupções cutâneas ou lesões de pele
Adenomegalia - Linfonodos inchados (ínguas)
Febre;
Dores no corpo;
Dor de cabeça;
Calafrio;
Fraqueza.

As principais formas de transmissão da varíola dos macacos são:

Contato físico próximo com alguém que tenha sintomas;
Contato com as lesões de pele, fluidos corporais e crostas;
Tocar em roupas, roupas de cama e toalhas contaminadas;
Utilizar talheres que uma pessoa infectada usou;
Contato com a saliva contaminada.
O vírus também pode ser transmitido da mãe ao feto a partir da placenta, ou de um pai infectado para seu filho após o nascimento através do contato da pele a pele.

Segundo o Ministério da Saúde o intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas é tipicamente de 3 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.
Divulgação PMA
+ VEJA TAMBEM