21 de Outubro de 2020
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Auxílio Emergencial: Caixa paga nova parcela a 3,9 milhões de inscritos via app, site e Correios nascidos em junho

Saques e transferências dessas parcelas serão liberados em 6 de outubro

A Caixa Econômica Federal (CEF) paga nesta quarta-feira (16) mais uma parcela do Auxílio Emergencial a 3,9 milhões de trabalhadores beneficiados nascidos em junho, que fazem parte do Cadastro Único e aqueles inscritos por meio de aplicativo, site ou pelos Correios.

Para o público do Bolsa Família, a quinta parcela terminou de ser paga no dia 31 de agosto. Os pagamentos para esse grupo são feitos da mesma forma que o Bolsa.

Para os demais, a ajuda de R$ 600 será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito nesta quarta serão liberados a partir de 6 de outubro (veja nos calendários mais abaixo).

Veja quem recebe nesta quarta-feira:

3,9 milhões de trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em junho, recebem a próxima parcela:
- aprovados no primeiro lote recebem a quinta parcela;
- aprovados no segundo lote recebem a quarta parcela;
- aprovados no terceiro e quarto lotes recebem a terceira;
- aprovados no quinto e sexto lotes recebem a segunda;
- aprovados no sétimo lote recebem a primeira parcela;
- aprovados no primeiro lote, mas que tiveram o benefício suspenso, recebem a quinta parcela;
- aprovados em outros lotes, que receberam a primeira parcela em meses anteriores mas tiveram o pagamento reavaliado em agosto, recebem todas as parcelas restantes, até a quinta.
Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br.

Parcelas de R$ 300

Na semana passada, o governo oficializou a prorrogação do auxílio emergencial por mais 4 meses. As parcelas, no entanto, terão seu valor reduzido à metade: R$ 300. Os pagamentos deverão ser feitos até dezembro, mas o governo ainda não divulgou o calendário.
G1
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