24 de Julho de 2021
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5 dicas para começar 2021 com o "pé direito" nas finanças

Coach e Consultor financeiro selecionou algumas dicas para que você entre o ano novo no azul

A pandemia do novo coronavírus alterou a rotina e a fonte de renda de muitas pessoas. Após um ano atípico como 2020, saber gerir as finanças pessoais se mostrou uma habilidade pra lá de necessária. Sendo assim, para ajudar aqueles que querem colocar as economias em ordem em 2021, o consultor financeiro Cláudio Munhoz, que atende pelo GetNinjas, maior aplicativo de contratação de serviços da América Latina, selecionou cinco dicas práticas. Confira abaixo:

Tenha um controle financeiro

Geralmente associada apenas ao mundo empresarial, para mensurar a viabilidade de um projeto ou negócio, o controle financeiro também deve ser feito nas finanças pessoais. O primeiro passo para fazer esse controle é organizar a situação financeira pessoal levantando quanto você ganha e quanto você gasta mensalmente. "Tenha clareza da sua vida financeira. Dessa forma, você evita manter um padrão de vida que não é condizente com o seu orçamento", comenta Claudio.

Crie um planejamento financeiro

Feito o controle financeiro, o próximo passo é fazer um planejamento financeiro. Para isso, você pode usar uma planilha no excel ou aplicativos de celular. A ideia é catalogar todos os ganhos e todos os gastos. Além disso, é interessante incluir o quanto de dinheiro sobra no final do mês. Segundo Cláudio, o planejamento não é só para controle, mas também tem um teor inspiracional e serve como uma meta para que as finanças de 2021 sejam diferentes das de 2020.

Faça uma reserva para situações de emergência

É indicado que parte da quantia que sobra no final do mês seja investida em uma reserva de emergência. Esse dinheiro deve ser utilizado apenas em caso de imprevistos e situações de urgência, tais como falência de um empreendimento, problemas de saúde ou outro tipo de dano que possa impactar a estabilidade financeira. O ano de 2020 foi marcado pela pandemia do coronavírus e trouxe à tona a importância de constituir uma reserva. Assim, evita-se que imprevistos se tornem dívidas ou que seja preciso recorrer a empréstimos bancários.

Gaste de forma consciente

"No momento da compra, é preciso se questionar e entender se é uma aquisição por necessidade ou apenas por consumismo", sugere o profissional. Outra forma de incorporar o gasto consciente é pagar à vista. Ao pagar com dinheiro "em espécie" ou no débito, o consumidor consegue refletir sobre suas escolhas e também não abre espaço para parcelamentos duradouros.

Corte gastos (ao máximo)

Para o consultor financeiro, o ideal é cortar gastos desnecessários. Um caminho possível é focar naqueles que oscilam no decorrer do mês e geralmente são supérfluos. Nesse sentido, o educador financeiro recomenda fazer substituições, como trocar o cartão do banco, que tem anuidade, pelo oferecido por bancos digitais, que são gratuitos, por exemplo.
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